domingo, 14 de fevereiro de 2010


Mente aguçada nas palavras Parece criar mundos perfeitos em suas belas palavras Vejo sentimentos imortalizados nos corações das palavras suas palavras e sentimentos batem no meu coração magoado Cria mundos sem saber, pessoas ficam paralisadas com o que lê elas lê o que precisam saber o que não sabe para viver Mundos distantes, um coração gigante Seus sentimentos são extremos E sua alma, inconstante. Será que o pequeno poeta é feliz? Vejo tristeza nos seus olhos, doces gotas caem levemente no seu rosto macio, no seu rosto doente. Será que o pequeno poeta é feliz? Palavras são a sua maior compania Elas são as únicas que o entende. O seu mundo estranho, e inconstante Será que o pequeno poeta é feliz? Fácilmente dominado, seus sonhos o atormentam, seu coração quase sempre magoado. Você é fraco, poeta Suas palavras parecem sonhar Mas é facilmente dominado, por um simples olhar. Você é fraco, poeta Você não tem sorriso próprio Tem muito medo de viver Não tem nem amor próprio. Você é muito fraco poeta, não consegue viver nesse mundo nesse mundo real, realidade só quer viver no seu mundo de sonhos. Você é sonhador, poeta Sonha para amar, sonha na esperança de encontrar um coração a amar, na esperança de realizar todos aqueles sonhos, que um dia veio a idealizar Poeta, você pode ser fraco mas tem honra no que tem a dizer Nunca será um domador, será sempre um sonhador E para sempre, criará mundos paralelos, de dor, e pricipalmente de amor ... Será que você é feliz... poeta?

Levem ao túmulo aquele que parece um cadáver Tu não pesaste sobre a terra: a terra te seja leve! Foi por ti que num sonho de ventura A flor da mocidade consumi... E às primaveras disse adeus tão cedo E na idade do amor envelheci! Vinte anos! derramei-os gota a gota Num abismo de dor e esquecimento... De fogosas visões nutri meu peito... Vinte anos!... sem viver um só momento! Contudo, no passado uma esperança Tanto amor e ventura prometia... E uma virgem tão doce, tão divina, Nos sonhos junto a mim adormecia!

sábado, 13 de fevereiro de 2010


Se o toque da mão, de alguém sentir a te conduzirLembre de mimMoverei montanhas, para te alcançar e o mar do tempo, para não te deixarQuando houver flores no teu jardimOlhe para a luzLembre de mim...Lembre de mim...É, acabei de ouvir as notícias de hojeParece que minha vida vai mudarFechei meus olhos, comecei a orarE lágrimas de felicidade desceram rosto abaixoCom os braços bem abertosSob o solBem-vindo à esse lugarVou te mostrar tudoCom os braços bem abertosBom, eu não sei se estou preparadoPra ser o homem que tenho de serVou respirar fundo, trazê-lo pro meu ladoParalisados pelo deslumbramento, acabamos de criar vidaDe braços bem abertosSob o solBem-vindo à esse lugarVou te mostrar tudoDe braços bem abertosAgora tudo mudouVou te mostrar o amorVou te mostrar tudo

domingo, 7 de fevereiro de 2010

lenda obscura
Tempos de guerra sempre existiram.Assim é a natureza humana, sempre teve as guerras em seu coração e tudo isso graças aos deuses da descordia.Dizem que os deuses pagãos são na verdade os anjos de Lucifer que foram jogados aqui apos a traição.Lendas e misterios cercam essas histórias, mais existe uma que me interessei em particular.No incio do continente Europeu um grupo de musicos se viu cercado em uma guerra que niguem sabia ao certo suas causas.Naquele tempo os deuses mostravam sua face perante uma guerra.Os musicos foram considerados traidores e condenados a morte apenas por ter visto guerra, não era permitido esta la sem ter uma causa e um motivo.Mais um dos musicos era decendente de Gaia a deusa da terra, um espirito bom, a alma do do planeta.Eis que esse foi o motivo de um confronto entre deuses pagãos e Gaia.Gaia pois os musicos en segurança e deu incio a uma batalha entre deuses. Aqueles que podiam ver a batalha ja mais poderiam se esquecer do que viram.Os deuses pagãos foram derrotados, estavam cegos pelo poder, corrompidos pelo ódio e não teria como ganha de alguem que usa sua força para proteger os outros.Essa é só mais uma lenda do obscuro!!!

nem toda flor tem que ter cor
De que adianta ter gente que me joga flores se nem ao menos posso ver as cores além da escuridão latente? De que me adiantam flores se não sinto os odores nada ouço além de vozes doces que somem além da escuridão e mãos que se fecham na minha solidão? Não se cansam de cair as flores queda inútil, à lama levará assim como eu, o que cair apodrecerá o fracasso exibe sua imagem e seus horrores Malditas sejam as flores a perturbar-me a razão assistindo à minha condição adoçando com dó meus dissabores Afundem todas as flores e não me venham com piedade nem memória, nem saudade nem feridas ou vãos amores Deixem-me só as flores só com migalhas de pensamentos abortados sentimentos queridas e inúteis dores que na carne me fazem humana, ferem a criatura desumana Cresce da fúria do abandono, junto ao olho e o escuro adorno, meu ódio, minha força que ascenderá não flores, mas a vida que deu a elas as cores, me vingará

Velar
Ao fechar-me teus olhos, ao selar-me tua boca, rogarás por mim numa ânsia louca. Tuas noites serão veladas pelos fantasmas do inconsciente, e no deleite dos teus sonhos eu estarei presente. Ao fechar-me tua janela, ao trancar-me tua porta, a solidão te acompanhará e eu estarei do lado de fora, com uma vela acessa na mão

Ao cair da noite
Chame teu nome ao anoitecer Alcance por tua rosa da vida Atire teus véus ao pôr do sol Transgrida a decadência em meus salões Próspera beleza Abraçada pelo coração do éden Grite teu nome lacrimoso Revele para mim tua mais profunda perda Atire... apresse minha selvagem muralha Por um fim Tua selvageria... gélida noite Em vida tuas lágrimas brotam escarlates Venha desejado anoitecer Arrebate minha dolorosa perda Vida lamentada ao pôr do sol Transgrida as sombras em meu coração Ascenda diante de mim Deixe em testamento tua dolorosa perda Sombrio ao coração eu lamento por ti Devolva o vigor que ela uma vez perdeu