terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Longe de mim mesmo!

Estou longe de mim mesmo,
Vagando em pensamentos,
Oprimindo meus sonhos,
Desprezando meus desejos.

Longe das fantasias,
Longe dos entusiasmos,
Vivendo a realidade
Sobrevivendo de um passado.

Estou longe de mim mesmo,
Vivendo o que mais temo,
De corpo cansado e alma morrendo!
Olhos vendados, pés amarrados
Punhos fechados, amargo veneno.

Longe de mim mesmo!
No suicídio dos meus dias,
Eu vou me entorpecendo,
Matando as alegrias,
Matando-me por dentro.

Estou muito longe!
Muito longe de mim mesmo!
Dor

Minha dor é fogo que se alastra,
carruagem carregada de medo,
brasa ardente que não se apaga.

Minha dor é aperto no peito
feito peso do aço...
chicotadas nas costas
de cabeça pra baixo.

Dor...
que se propaga,
que me enlaça...
que me enrosca
como roseira de espinhos sem rosas.

Minha dor é...
flecha lançada no peito,.
estaca cravada na alma,
ferida sangrenta...
no castigo de minhas horas.
''Dentre as noites mais escuras eu estive ''
Acordei dentro da minha
própria cova e ao despertar estava sem
a sua mao ao me guiar diante de tal escuridao
senti minha pele gélida como nunca antes
nao sentia mais meu coraçao bater como antes
ja nao tinha pulso em meu punho ...
Colokei minha mao sobre meu peito e senti
Ke nele havia um buraco , onde um punhal ai
Esteve cravado...Sentei –me ao lado de meu sepulcro
E via ali uma bela lápide aonde continha meu nome
Tentei gritar seu nome , mais foi em vão pois vc não
Escutaria...
Nunca desejei tanto ver vc ao meu lado como nakele instante
Pois não suportaria meu próprio pesadelo sozinha ...
Olhei fixa para minhas mãos levei elas ao meu tato e não
Senti por mais uma vez seu perfume que insistia em ficar nelas...
Vi naquele instante que eu estava completamente sozinha
Mais algo a minha direita me chamou a atenção
Era pequena ,brilhante,mais continha um perfume doce ...
Cheguei mais perto e pude ver com meus olhos ...
Era uma linda rosa vermelha,toquei nas suas pétalas senti
Como se fossem veludos entre meus dedos, fiquei por
Horas apreciando aquela linda beleza natural...
Ao tentar arrancá La pra mim ,não consegui pois minha alma
Não conseguia fazer com que eu arrancasse ela ...

quarta-feira, 8 de setembro de 2010


Ouço vozes de pessoas como se fosse a minha própria. Minha alma esta cansada, meu rosto demonstra sofreguidão, meu olhos se enterram calmamente na burrice dos meus sonhos.


Meu coração leviano quebra aorta sem direção. Morri um pouco nessa tarde, um pouco pela manha, um pouco pela noite e morro agora. Morro nas palavras porque preciso viver. Preciso errar pra acertar. Preciso me acolher no erro, no acerto chorar.

Findar digno de renascimento. Reluzidas linhas da minha morte.
Persistência em viver meu sopro, existir de minha morte vital...